Crochê moderno • aprendizado • comunidade

Muito além do crochê:
uma habilidade pode abrir novos caminhos.

Eu ensino mulheres a começarem do zero no crochê moderno, produzirem suas primeiras peças e descobrirem até onde essa nova habilidade pode levá-las.

Inêz Pimentel sorrindo dentro da escola Fios que Curam, com alunas fazendo crochê em uma mesa ao fundo Inêz, na escola Fios que Curam
0 alunas ativas
0 mulheres já passaram pela Fios que Curam
0 anos de história com o crochê
2020 ensinando presencialmente

O que eu ensino

Eu não ensino apenas crochê.

Eu ensino uma habilidade que pode começar com uma correntinha e, para algumas mulheres, se transformar em produtos, renda, aulas e até um negócio próprio.

  • Crochê moderno
  • Aulas presenciais
  • Workshops
  • Produtos autorais
  • Comunidade
  • Empreendedorismo através do artesanato
Inêz Pimentel ajudando uma aluna durante um workshop de crochê em um espaço com outras alunas ao redor da mesa

Do fio ao produto

Você começa aprendendo pontos.
Depois percebe que consegue criar.

Uma bolsa, um amigurumi, um presente, uma peça autoral. Cada produto começa exatamente no mesmo lugar: alguém aprendendo o primeiro ponto.

Aprender uma técnica é o começo. Desenvolver autonomia é o que muda tudo.

A jornada

Até onde o crochê pode te levar?

Não é uma promessa de resultado — é um caminho possível. Cada mulher segue até onde quer e consegue ir.

  1. 01

    Aprender

    Começar do absoluto zero e dominar os fundamentos.

  2. 02

    Produzir

    Transformar fios e técnicas em peças reais.

  3. 03

    Vender

    Entender que aquilo que você produz pode possuir valor comercial.

  4. 04

    Ensinar

    Compartilhar o conhecimento adquirido através de aulas ou workshops.

  5. 05

    Empreender

    Transformar a habilidade em uma atividade mais estruturada.

Inêz Pimentel sentada, fazendo crochê, em frente a uma parede pintada com uma árvore decorada com flores de crochê

A história

Antes de ensinar centenas de mulheres, eu também precisei aprender.

Minha história com o crochê começou durante a gravidez da minha filha, há cerca de 7 anos. Eu também comecei aprendendo — do zero, como qualquer pessoa.

Em agosto de 2020 comecei a ensinar. Imaginava uma turma pequena, talvez umas 6 alunas. A primeira turma já reuniu cerca de 20 mulheres.

As turmas cresceram, foi preciso encontrar um espaço próprio, e a escola foi ganhando forma com o tempo. Hoje são mais de 200 alunas ativas e mais de 1.000 mulheres já passaram pela Fios que Curam.

“Por isso, quando uma aluna me diz que acha que não vai conseguir, eu entendo. Porque todo mundo começa de algum lugar.”

Escola & comunidade

Crochê se aprende com as mãos.
Mas muita coisa acontece ao redor da mesa.

Mais do que frequentar aulas, nossas alunas encontram um lugar para aprender, criar e pertencer. Entre um ponto e outro, nascem conversas, trocas e amizades que continuam fora da escola.

Histórias reais

Quem já passou pela Fios que Curam conta melhor do que a gente.

São mensagens reais, recebidas de alunas e seguidoras — sem roteiro.

Print de conversa de WhatsApp: pessoa perguntando se pode presentear a esposa com o curso de crochê
Alguém que quis presentear a esposa com o curso.
Print de mensagem: aluna dizendo que Inêz é inspiração e tem transformado muita gente
Mensagem espontânea de uma aluna.
Print de conversa: pessoa dizendo que ficou apaixonada pelo trabalho ao ver no Instagram
Primeiro contato de uma futura aluna, pelo Instagram.

Uma de nossas alunas, que também trabalha como manicure, passou a produzir bolsas de crochê e atualmente relata gerar mais de R$ 1.000 por semana com suas vendas.

Esse é um caso real e específico — não uma promessa de resultado. Resultados individuais variam.

Objeção mais comum

“Mas eu nunca fiz crochê.”

Ótimo. Foi pensando justamente em quem começa do zero que construí minha forma de ensinar.

  • “Não tenho habilidade.”
  • “Não sei qual fio comprar.”
  • “Não sei qual agulha usar.”
  • “Tenho medo de não conseguir.”
  • “Não sei por onde começar.”

Você não precisa saber antes de começar. Você começa para aprender.

Aluna concentrada aprendendo a fazer crochê durante uma oficina presencial
Close das mãos de uma aluna fazendo crochê em uma peça branca durante a aula

O método

Existe uma ordem para aprender.

Não são tutoriais aleatórios. A metodologia é progressiva, construída para que cada etapa sustente a próxima.

  1. Fundamentos
  2. Materiais
  3. Primeiros pontos
  4. Primeiras peças
  5. Acabamentos
  6. Autonomia

A experiência ensinando centenas de alunas permite antecipar as dificuldades mais comuns — antes que elas se tornem motivo de desistência.

O objetivo não é fazer você depender de uma receita para sempre. É ensinar a base para que você consiga continuar criando.

Aluna sorridente segurando uma bolsa de crochê que ela mesma produziu

Talvez você esteja procurando apenas uma nova atividade.
E descubra muito mais no caminho.

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